sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Armas Silenciosas para Guerras Tranquilas 6

O Modelo Económico, Diagramas Industriais, Três Classes Industriais, Agregação



O Modelo Económico

A economia, como uma ciência de energia social tem como objectivo principal a descrição da maneira complexa em que qualquer e determinada unidade de recursos é usada para satisfazer alguma carência económica. (Leontief Matrix). Este objectivo principal, quando é alargado para obter o máximo de produto do mínimo de recursos ou de recursos limitados, compreende aquele objectivo da logística geral militar e industrial conhecido como Investigação de Operações. (Ver o método simplex da programação linear).  

O Projecto de Investigação Económica de Harvard (1948-) era uma extensão da Investigação de Operações da Segunda Guerra Mundial. O seu objectivo era descobrir a ciência de controlar uma economia: de início a economia americana, e depois a economia mundial. Reconheceu-se que com um fundamento matemático e dados, seria quase tão fácil prever e controlar a tendência de uma economia como prever e controlar a trajectória de um projéctil. Ficou provado ser este o caso. De mais a mais, a economia tem sido transformada num míssil telecomandado apontado ao alvo.  

O objectivo imediato do Projecto de Harvard era descobrir a estrutura económica, que forças mudam essa estrutura, como pode ser previsto o comportamento da estrutura e como pode ela ser manipulada. O que era preciso era um conhecimento bem organizado das estruturas matemáticas e das interligações de investimento, produção, distribuição e consumo.  

Para encurtar a história de tudo isto, descobriu-se que uma economia obedecia às mesmas leis que a electricidade e que toda a teoria matemática e a prática e o know-how informático desenvolvidos para o campo da electrónica podiam ser directamente aplicados no estudo da economia. Esta descoberta não foi publicamente anunciada, e as suas implicações mais subtis foram e são mantidas um segredo bem guardado, por exemplo que num modelo económico, a vida humana é medida em dólares, e que a faísca gerada ao abrir um interruptor ligado a um indutor activo é matematicamente análoga ao início de uma guerra.   

O maior obstáculo que os economistas teóricos enfrentaram foi a descrição precisa do agregado familiar como indústria. Isto é um desafio porque as compras do consumidor são uma questão de escolha que por sua vez é influenciada pelo rendimento, pelo preço e por outros factores económicos.  

Este obstáculo foi removido de uma maneira indirecta e estatisticamente aproximada por intermédio da aplicação de testes de choque para determinar as características correntes, chamadas coeficientes técnicos correntes, de uma indústria caseira.  

Finalmente, porque os problemas na economia teórica podem ser muito facilmente traduzidos em problemas da electrónica teórica, e a solução mais uma vez retrovertida, segue-se que um só livro de tradução de linguagem e de definição de conceitos precisava de ser escrito para a economia. Os restantes podiam ser obtidos de obras de referência sobre matemática e electrónica. Isto torna a publicação de livros sobre economia avançada desnecessária e simplifica grandemente a segurança do projecto.

Diagramas Industriais

Uma indústria ideal é definida como um dispositivo que recebe valor de outras indústrias sob várias formas e o transforma num produto específico para venda e distribuição a outras indústrias. Tem várias entradas e uma saída. O que o público normalmente pensa de uma indústria é na realidade um complexo industrial, onde várias indústrias sob um só tecto produzem um ou mais produtos.

Uma indústria pura (um único resultado) pode ser representada muito simplesmente por um bloco de circuitos conforme segue:




O fluxo do produto da indústria 1 (fornecimento) para a indústria 2 (procura) é indicado por 112. O fluxo total da indústria “K” é indicado por Ik (vendas, etc.).

Uma rede de três indústrias pode ser representada em diagrama conforme segue:


Um nodo é um símbolo de acumulação e distribuição do fluxo. O nodo 3 recebe da indústria 3 e distribui às indústrias 1 e 3. Se a indústria 3 fabricar cadeiras, então um fluxo da indústria 3 de regresso à indústria 3 indica simplesmente que a indústria 3 está a usar peças do seu próprio produto de saída, por exemplo, mobiliário de escritório. Por conseguinte o fluxo pode ser resumido pelas equações:


Três Classes Industriais

As indústrias dividem-se em três categorias ou classes por tipo de produção:  

1.      Classe 1 - Capital (recursos)
2.      Classe 2 - Bens (bens essenciais ou que se gastam com o uso)
3.      Classe 3 - Serviços (acção da população)

 ·         As indústrias da classe nº 1 existem a três níveis:

1.      Natureza – fontes de energia e matérias-primas.
2.      Governo – impressão de moeda equiparada ao produto nacional bruto (PNB, e extensão da moeda superior ao PNB).
3.      Banca – empréstimo de dinheiro a juros, e extensão (inflação/contrafacção) do valor económico através de contas empréstimo com depósito. 
 
·         As indústrias da classe nº 2 existem como produtoras de produtos tangíveis ou para consumo (que se gastam). Este género de actividade é geralmente reconhecido e rotulado pelo público como “indústria”. 

·         As indústrias da classe nº #3 são aquelas que têm como produção um serviço em vez de um produto tangível. Estas indústrias são chamadas (1) agregados familiares e (2) governos. A sua produção é a actividade humana do tipo mecânico e a sua base é a população.

Agregação

O sistema económico inteiro pode ser representado por um modelo de três indústrias se permitirmos que os nomes das produções sejam (1) capital, (2) bens e (3) serviços. O problema com esta representação é que não mostraria a influência, digamos, da indústria têxtil sobre a indústria de metais ferrosos. Isto acontece porque ambas, a indústria têxtil e a indústria de metais ferrosos, estariam contidas numa única classificação chamada a “indústria de bens” e por este processo de combinar ou agregar estas duas indústrias sob um só bloco do sistema elas perderiam a sua individualidade económica. 

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Armas Silenciosas para Guerras Tranquilas 5

Avanço, Aplicação na Economia, Resumo



Avanço

O campo da aviação proporcionou a maior evolução na engenharia económica por via da teoria matemática dos testes de choque. Neste processo, é disparado um projéctil a partir de uma fuselagem no solo e o impulso do recuo é monitorizado por transdutores de vibração ligados à fuselagem e a registadores de gráficos.  

Ao estudar os ecos ou reflexos do impulso de recuo na fuselagem, é possível descobrir vibrações críticas na estrutura da fuselagem que, quer as vibrações do motor quer as vibrações eólicas das asas, ou a combinação das duas, podem reforçar resultando numa ressonante autodestruição da fuselagem em voo como aeronave. Do ponto de vista da engenharia, isto significa que as forças e fraquezas da estrutura da fuselagem em termos de energia vibratória podem ser descobertas e manipuladas.

Aplicação na Economia

Para usar este método dos testes de choque da fuselagem na engenharia económica, os preços dos bens essenciais são submetidos a choque, e a reacção do consumidor público é monitorizada. Os ecos resultantes do choque económico são interpretados teoricamente por computadores e a estrutura psico-económica da economia é assim descoberta. É por este processo que são descobertos o diferencial parcial e as matrizes da diferença que definem o agregado familiar e tornam possível a sua avaliação como indústria económica (estrutura dissipadora do consumidor).   

Então a resposta do agregado familiar a futuros choques pode ser prevista e manipulada, e a sociedade torna-se um animal bem controlado com as rédeas sob o controlo de um sofisticado sistema contabilístico de energia social controlado por computador.   

No final todo o elemento individual da estrutura fica sob controlo informático através do conhecimento das suas preferências pessoais, conhecimento esse garantido pela associação informática das preferência do consumidor (código universal do produto, UPC; códigos de barras nas embalagens) com os consumidores identificados (identificados via associação com a utilização de um cartão de crédito e mais tarde com um número de corpo “tatuado” e permanente invisível sob a iluminação ambiente normal). 

Resumo

A economia é apenas uma extensão social de um sistema energético natural. Ela, também, tem os seus três componentes passivos. Devido á distribuição da riqueza e à falta de comunicação e à falta de dados, este campo tem sido o último campo energético para o qual foi desenvolvido o conhecimento destes três componentes passivos.  

Uma vez que a energia é a chave de toda a actividade à face da Terra, segue-se que para conseguir um monopólio da energia, das matérias-primas, dos bens e dos serviços e para estabelecer um sistema mundial de trabalho escravo, é necessário ter uma capacidade de primeiro ataque no campo da economia. Para manter a nossa posição, é necessário que tenhamos um primeiro conhecimento absoluto da ciência de controlo sobre todos os factores económicos e a primeira experiência de construir a economia mundial.

Para alcançar essa soberania, temos pelo menos de alcançar este único objectivo: que o público não faça a ligação nem lógica matemática entre a economia e as outras ciências da energia ou aprendam a aplicar tal conhecimento.

Isto está a tornar-se cada vez mais difícil porque cada vez mais negócios fazem exigências aos seus programadores informáticos para criar e aplicar modelos matemáticos para a gestão desses negócios.

É apenas uma questão de tempo até que a nova geração de economistas/programadores privados se apercebam das implicações de grande envergadura do trabalho começado em Harvard em 1948. A velocidade com que conseguem comunicar o seu aviso ao público dependerá grandemente do quão eficazes fomos em controlar os meios de comunicação, subverter a educação e manter o público distraído com assuntos que não têm verdadeira importância.

Armas Silenciosas para Guerras Tranquilas 4

Conceitos Gerais de Energia, A Descoberta da Energia do Sr. Rothschild, Capital Aparente como Indutor de "Papel"



Conceitos Gerais de Energia


No estudo dos sistemas de energia, aparecem sempre três conceitos elementares. São eles a energia potencial, a energia cinética e a dissipação de energia. E correspondendo a estes conceitos, há três correlativos físicos, essencialmente puros e idealizados chamados componentes passivos: 

1.      Na ciência da mecânica física, o fenómeno da energia potencial está associado a uma propriedade física chamada elasticidade ou rigidez, e pode ser representada por uma mola esticada. Na ciência electrónica, a energia potencial é armazenada num condensador em vez de uma mola. Esta propriedade é chamada capacitância em vez de elasticidade ou rigidez.  

2.      Na ciência da mecânica física, o fenómeno da energia cinética está associado a uma propriedade física chamada inércia ou massa, e pode ser representada por uma massa ou por um volante em movimento. Na ciência electrónica, a energia cinética é armazenada num indutor (num campo magnético) em vez de numa massa. Esta propriedade é chamada indutância em vez de inércia.  

3.      Na ciência da mecânica física, o fenómeno de dissipação de energia está associado a uma propriedade física chamada atrito ou resistência, e pode ser representada por um amortecedor ou outro dispositivo que transforma a energia em calor. Na ciência electrónica, a dissipação de energia é realizada por um elemento chamado ou resistência ou condutor, sendo o termo “resistência” o geralmente usado para descrever um meio mais ideal (por exemplo, fio) usado para levar a energia electrónica eficientemente de um local para outro. A propriedade de uma resistência ou condutor é medida como o inverso ou da resistência ou da condutância.   

Em economia estes três conceitos de energia estão associados a: 

1.      Capacitância económica – Capital (dinheiro, reserva/inventário, investimentos em edifícios e bens de consumo, etc.)

2.      Condutância económica – Bens (coeficientes de fluxo de produção)

3.      Indutância económica – Serviços (a influência da população da indústria na produção)  

Toda a teoria matemática desenvolvida no estudo de um sistema de energia (por exemplo, mecânica, electrónica, etc.) pode ser imediatamente aplicada no estudo de outro sistema de energia (por exemplo, economia).



A Descoberta da Energia do Sr. Rothschild

O que o Sr. Rothschild tinha descoberto era o princípio básico do poder, da influência e do controlo sobre as pessoas aplicado à economia. Esse princípio é que “quando assumimos a aparência de poder, as pessoas em breve no-lo dão”.  

O Sr. Rothschild tinha descoberto que a moeda ou as contas empréstimo com depósito tinham a necessária aparência de poder que poderia ser usado para induzir as pessoas (indutância, com as pessoas a corresponderem a um campo magnético) a entregarem a sua verdadeira riqueza em troca de uma promessa de maior riqueza (em vez de uma verdadeira compensação). Disponibilizariam bens reais em troca de um empréstimo de promissórias. O Sr. Rothschild descobriu que podia emitir mais promissórias do que as que podia financiar, desde que tivesse a reserva de ouro de alguém como persuasora para mostra aos seus clientes.  

O Sr. Rothschild emprestou as suas promissórias a indivíduos e a governos. Estes criariam uma confiança excessiva. Então tornaria o dinheiro escasso, apertaria o controlo do sistema e cobraria os bens através da obrigação dos contratos. O ciclo era então repetido. Estas pressões poderiam ser usadas para desencadear uma guerra. Então controlaria a disponibilidade da moeda para determinar quem ganharia a guerra. O governo que concordava em dar-lhe controlo do seu sistema económico tinha o seu apoio.  

A cobrança das dívidas era garantida pela ajuda económica ao inimigo do devedor. O lucro obtido desta metodologia económica tornou o Sr. Rothschild muito mais capaz de expandir a sua riqueza. Descobriu que a ganância do público permitiria que a moeda fosse impressa por ordem do governo para além dos limites (inflação) de financiamento em metal precioso ou da produção de bens e serviços.

Capital Aparente como Indutor de “Papel”

Nesta estrutura, o crédito, apresentado como um elemento puro chamado “moeda”, tem a aparência de capital, mas é com efeito capital negativo. Por isso, tem a aparência de serviço mas é de facto endividamento ou dívida. É portanto uma indutância económica em vez de uma capacitância económica, e se não for equilibrada de nenhuma outra maneira, será equilibrada pela negação da população (guerra, genocídio). Os bens e serviços totais representam capital real chamado produto nacional bruto, e a moeda pode ser impressa até este nível e representar ainda capacitância económica; mas a moeda impressa para além deste nível é subtractiva, representa a introdução de indutância económica e constitui notas de endividamento.  

A guerra é portanto a estabilização do sistema ao matar os verdadeiros credores (o público a quem ensinamos a trocar valor verdadeiro por moeda inflacionada) e ao recorrer a tudo o que restou dos recursos da natureza e à regeneração desses recursos.  

O Sr. Rothschild tinha descoberto que a moeda lhe dava poder para voltar a arranjar a estrutura económica para seu próprio proveito, para transferir a indutância económica para aquelas posições económicas que encorajassem a maior instabilidade e oscilação económicas.  

A chave definitiva para o controlo económico teve de esperar até que houvessem dados suficientes e equipamento informático de alta velocidade para manter uma vigilância apertada nas oscilações económicas criadas pelo choque de preços e pelo excesso de créditos de energia papel – indutância/inflação do papel.

Armas Silenciosas para Guerras Tranquilas 3

Energia, Introdução Descritiva da Arma Silenciosa, Introdução Teórica


Energia

A energia é reconhecida como sendo a chave para toda a actividade na Terra. A ciência natural é o estudo das fontes e controlo da energia natural, e a ciência social, teoricamente apresentada como economia, é o estudo das fontes e controlo da energia social. Ambas são sistemas contabilísticos: matemática. Por conseguinte, a matemática é a principal ciência da energia. E o contabilista pode ser rei se o público puder ser mantido no desconhecimento da metodologia da contabilidade.  

Toda a ciência é simplesmente um meio para um fim. Os meios são conhecimento. O fim é controlo. Para além disto permanece apenas uma questão: quem será o beneficiário?  

Em 1954 era esta a questão de preocupação principal. Embora as chamadas “questões morais” fossem levantadas, em vista da lei da selecção natural ficou acordado que uma nação ou mundo de pessoas que não usam a sua inteligência não são melhores do que animais que não têm inteligência. Essas pessoas são animais de carga e de criação por escolha e consentimento.  

Consequentemente, no interesse da futura ordem mundial, da paz e da tranquilidade, foi decidido fazer privadamente uma guerra tranquila contra o público americano com o objectivo derradeiro de transferir permanentemente a energia natural e social (riqueza) da população indisciplinada e irresponsável para as mãos a minoria autodisciplinada, responsável e merecedora.  

Para implementar este objectivo, foi necessário criar, garantir e aplicar novas armas que, como se verificou, eram uma classe de armas tão subtis de sofisticadas no seu princípio de funcionamento e na aparência pública como para obterem o nome de “armas silenciosas”.   

Em conclusão, o objectivo da investigação económica, tal como conduzida pelos magnatas do capital (actividade da banca) e das indústrias de bens e serviços, é o estabelecimento de uma economia que seja totalmente previsível e manipulável.  

Para alcançar uma economia totalmente previsível, os elementos da classe inferior da sociedade têm de ser postos sob controlo total, isto é, têm de ser treinados para ser dóceis e complacentes, adestrados, e devem- lhes ser atribuídos um jugo e deveres sociais a longo prazo desde tenra idade, antes de terem oportunidade de questionar a propriedade da questão. Para concretizar essa conformação, a família da classe inferior tem de ser desintegrada por um processo de preocupação crescente dos pais e pelo estabelecimento de centros de dia explorados pelo governo para as crianças tornadas órfãs devido ao trabalho dos pais. 

A qualidade da educação dada à classe inferior deve ser a da mais pobre espécie, para que o fosso da ignorância que isola a classe inferior da superior seja e permaneça incompreensível à classe inferior. Com semelhante desvantagem inicial, até os indivíduos inteligentes da classe inferior têm pouco, se alguma, esperança de se libertarem do destino que lhes foi atribuído na vida. Esta forma de escravidão é essencial para manter algum grau de ordem social, paz e tranquilidade para a classe superior governante. 

Introdução Descritiva da Arma Silenciosa

Tudo o que é esperado de uma arma comum é esperado de uma arma silenciosa pelos seus criadores, mas apenas no seu modo próprio de funcionamento.  

Dispara situações em vez de balas; é impelida por processamento de dados em vez de por reacção química (explosão); provém de bits de dados em vez de grãos de pólvora; provém de um computador em vez de uma arma de fogo; é operada por um programador de computadores em vez de um atirador de grande perícia; está sob as ordens de um magnata da banca em vez de um general do exército.  

Não faz ruídos explosivos óbvios, não causa ferimentos físicos ou mentais óbvios, e obviamente não interfere com a vida social quotidiana de ninguém.  

Contudo faz um “ruído” inequívoco, causa um dano físico e mental inequívoco e inequivocamente interfere com a vida social, isto é, inequívoco a um observador atento, a um que sabe o que procurar.  

O público não consegue compreender esta arma, e por conseguinte não consegue acreditar que está a ser atacado e subjugado por uma arma.  

O público pode sentir instintivamente que algo está errado, mas, e isso é devido á natureza técnica da arma silenciosa, não consegue manifestar os seus sentimentos de uma maneira racional ou lidar com o problema com inteligência. Por conseguinte, não sabe como pedir ajuda e não sabe como associar-se a outros para se defender contra ela.   

Quando uma arma silenciosa é gradualmente aplicada, o público ajusta-se/adapta-se à sua presença aprende a tolerar a sua incursão na sua vida até que a pressão (psicológica via económica) se torne demasiado grande e se vá abaixo.  

Por conseguinte, a arma silenciosa é um tipo de guerra biológica. Ataca a vitalidade, as opções e a mobilidade dos indivíduos de uma sociedade conhecendo, compreendendo, manipulando e atacando as suas fontes de energia natural e social, e as suas forças e fraquezas físicas, mentais e emocionais.

Introdução Teórica

Dêem-me o controlo sobre a moeda de uma nação, e não me interessa quem faz as suas leis.

Mayer Amshel Rothschild (1743-1812)

  

A tecnologia das armas silenciosas de hoje é uma extensão de uma ideia simples descoberta, sucintamente formulada, e efectivamente aplicada pelo citado Sr. Mayer Amschel Rothschild. O Sr. Rothschild descobriu a componente passiva que faltava da teoria económica conhecida como indutância económica. Claro que ele não pensou na sua descoberta nestes termos do século XX, e, evidentemente, a análise matemática teve de esperar pela Segunda Revolução Industrial, pelo desenvolvi mento da teoria da mecânica e da electrónica, e finalmente. Pela invenção do computador electrónico antes que pudesse ser efectivamente aplicada no controlo da economia mundial.

Armas Silenciosas para Guerras Tranquilas 2

Segurança, Introdução Histórica, Introdução Política



Armas Silenciosas para Guerras Tranquilas

Manual Técnico de Investigação de Operações TM-SW7905.1



Bem-vindo a Bordo 

Esta publicação assinala o 25º aniversário da Terceira Guerra Mundial, chamada a “Guerra Tranquila”, que está a ser levada a cabo usando guerra biológica subjectiva, e combatida com “armas silenciosas”.  

Este livro contém uma descrição introdutória desta Guerra, as suas estratégias e o seu armamento.

 Maio 1979 #74-1120





Segurança

É obviamente impossível discutir engenharia social ou a automatização de uma sociedade, isto é, a engenharia dos sistemas de automatização social (armas silenciosas) a uma escala nacional ou mundial sem que isso implique objectivos extensivos de controlo social e destruição da vida humana, isto é, escravidão e genocídio.  

Este manual é em si mesmo uma declaração de intenções análoga. Estes escritos têm de ser salvaguardados da análise pública. Caso contrário, poderá ser reconhecido como uma declaração tecnicamente explícita de guerra interna. Além disso, sempre que qualquer pessoa ou grupo de pessoas em posição de grande poder e sem conhecimento pleno e consentimento do público, use este conhecimento e metodologias para a conquista económica, é preciso compreender que existe um estado de guerra interna entre a dita pessoa ou grupo de pessoas e o público.  

A solução dos problemas de hoje exige uma abordagem que seja implacavelmente franco, sem se atormentar com valores religiosos, morais ou culturais.  

Você qualificou-se para este projecto devido à sua capacidade de olhar para a sociedade humana com fria objectividade, e ainda analisar e discutir as suas observações e conclusões com outros de capacidade intelectual similar sem perda de discrição ou humildade. Tais virtudes são usadas no seu próprio e melhor interesse. Não se desvie delas.



Introdução Histórica

A tecnologia das armas silenciosas desenvolveu-se a partir do Operations Research (O.R.) – Investigação de Operações – uma metodologia estratégica e táctica desenvolvida sob a Gestão Militar em Inglaterra durante a Segunda Guerra Mundial. O propósito original da Investigação de Operações era estudar os problemas estratégicos e tácticos da defesa aérea e terrestre com o objectivo do uso efectivo de recursos militares limitados contra os inimigos estrangeiros (isto é, logística). 

Em breve foi reconhecido por aqueles em posições de poder que os mesmos métodos poderiam ser úteis para controlar totalmente a sociedade. Mas eram necessárias ferramentas melhores.    

A engenharia social (a análise e automatização de uma sociedade) requer a correlação de grandes quantidades de informação económica a mudar constantemente (dados), portanto era necessário um sistema de processamento de dados computorizado de alta que pudesse correr à frente da sociedade e predizer quando é que a sociedade chegaria à capitulação.  

Os computadores de relés eram demasiado lentos, mas o computador electrónico, inventado em 1946 por J. Presper Eckert e John W. Mauchly, possuíam as condições necessárias.  

O próximo avanço foi o desenvolvimento do método simplex da programação linear em 1947 pelo matemático George B. Dantzig.  

Depois em 1948, o transístor, inventado por J. Bardeen, W.H. Brattain e W. Shockley, prometiam grande expansão da área dos computadores reduzindo as exigências de espaço e energia.  

Com estas três invenções sob a sua direcção, aqueles em posições de poder suspeitaram fortemente de que lhes era possível controlar o mundo inteiro com o premir de um botão.  

Imediatamente a Fundação Rockefeller se envolveu desde o início fazendo uma subvenção de quarto anos à Universidade de Harvard, fundando o Harvard Economic Research Project (Projecto de Investigação Económica de Harvard) para o estudo da estrutura da economia Americana. Um ano mais tarde, em 1949, juntou-se-lhe a Força Aérea dos Estados Unidos.   

Em 1952 terminava o período de subvenção, e realizou-se uma reunião de alto nível da Elite para determinar a próxima fase da investigação das operações sociais. O projecto de Harvard tinha sido muito prolífico como se demonstrou pela publicação de alguns dos seus resultados em 1953 sugerindo a praticabilidade da engenharia económica (social)[1]    . 

Engendrada na última metade da década de 40, a nova máquina da Guerra Tranquila permaneceu, por assim dizer, num brilhante hardware dourado na sala de exposições até 1954.  

Com a criação do maser[2] em 1954, a promessa de ter acesso a recursos ilimitados da energia atómica de fusão a partir do hidrogénio pesado na água do mar e a consequente disponibilidade de poder social ilimitado era uma possibilidade apenas à distância de décadas.  

A combinação era irresistível.  

A Guerra Tranquila foi discretamente declarada pela Elite Internacional na reunião realizada em 1954. 

Embora o sistema de armas silenciosas quase tenha sido exposto 13 anos mais tarde, a evolução de um novo sistema de armas jamais sofreu quaisquer reveses de importância.  

Este volume assinala o 25º aniversário do início da Guerra Tranquila. Esta guerra interna tem já tido muitas vitórias em muitas frentes em toda a parte do mundo.

Introdução Política

Em 1954 foi bem reconhecido por aqueles em posições de autoridade que era só uma questão de tempo, apenas algumas décadas, antes que o público em geral fosse capaz de compreender e perturbar o berço do poder, porque os próprios elementos da nova tecnologia das armas silenciosas eram tão acessíveis para uma utopia pública como o eram para proporcionar uma utopia privada.  

A questão de preocupação principal, a do domínio, girou em torno do assunto das ciências da energia.


[1] “Studies in the Structure of American Economy” (1953), de Vassili Leontief (director do Projecto de Investigação Económica de Harvard), International Science Press Inc.; White Plains, New York.
[2] Abreviatura de Microwave Amplification by Stimulated Emission of Radiation (Amplificação de Microondas por Emissão Estimulada de Radiação)

Armas Silenciosas para Guerras Tranquilas 1

Prólogo, Prefácio e Índice




ULTRA SECRETO


Armas Silenciosas

Para

Guerras Tranquilas



O documento que se segue foi retirado de duas fontes. A primeira foi obtida num website (do qual não recordo o endereço) registando como fonte o livro intitulado Behold A Pale Horse de William Cooper, Light Technology Publishing, 1991. A segunda fonte é um panfleto grosseiramente copiado que não contém nenhum aviso de direitos de autor ou nome de editora. Com excepção do Prólogo e do Prefácio, o principal que faltava na primeira fonte eram as ilustrações. Ao começarmos a comparar as duas, apercebemo-nos de que as ilustrações e o texto de acompanhamento (também em falta na primeira) constituíam uma parte significativa do documento. Esta foi agora restaurada pelo The Lawful Path e tanto quanto sei, é a única cópia da internet disponibilizada completa com as ilustrações. 
Não temos conhecimento em primeira mão de que este documento seja genuíno, contudo muitos dos conceitos aqui contidos são certamente razoáveis, importantes e exigem intensa consideração. 
Se alguém tiver conhecimento adicional acerca da origem deste documento; se tiver cópias melhores das ilustrações do que as aqui postada; se tiver qualquer parte que falta a este documento, ou tiver quaisquer comentários que possam melhorar a qualidade deste documento, ficaremos gratos pelos seus comentários.
The Lawful Path http://www.lawfulpath.com







Prólogo

Este manuscrito foi entregue nos nossos escritórios por uma pessoa desconhecida. Não roubámos o documento, nem estamos envolvidos em nenhum roubo do Governo dos Estados Unidos, e não obtivemos o documento por via de quaisquer métodos desonestos. Sentimos que não estamos e pôr em perigo a “Segurança Nacional” ao reproduzir este documento, antes pelo contrário; foi autenticado e sentimos que não só estamos dentro dos limites dos nossos direitos ao publicá-lo, mas moralmente obrigados a fazê-lo.
Relativamente a este manual de formação, devem ter detectado que tivemos de tapar as notas de margem feitas pelo seleccionado no Centro de Formação da C.I.A., mas posso assegurar-lhes que o manual é autêntico, e foi impresso com o objectivo de iniciar o seleccionado na conspiração. Foi autenticado por quatro diferentes escritores técnicos para a Inteligência Militar, um apenas recentemente reformado que quer muito ter este manual distribuído por toda a parte do mundo, e outro que está ainda empregado como Engenheiro Electrónico no Governo Federal e tem acesso à série completa dos Manuais de Formação. Outro foi colocado no Havai e detinha a mais elevada autorização de segurança na Inteligência Naval, e outro que agora ensina numa universidade e tem trabalhado com a Central Intelligence Agency há vários anos, e quer sair antes que o machado caia sobre os conspiradores.
Acreditamos que o mundo inteiro deveria saber acerca deste plano, portanto distribuímos internacionalmente cem destes manuscritos, para perguntar aos indivíduos em posições de topo as suas opiniões. A opinião de consenso foi distribui-lo a tantas pessoas quantas o quisessem com o fim de que não só compreendessem que essa “Guerra” tinha sido declarada contra elas mas pudessem ser capazes de identificar adequadamente o verdadeiro inimigo da Humanidade.
Delamer Duverus







Prefácio

As teorias da conspiração não são nada de novo na história. Conspirações para “matar César” e derrubar Roma abundaram, por exemplo. Contudo, são raras as vezes que pistas concretas para essas conspirações vêm a público e são conhecidas de uma maneira geral.
Armas Silenciosas para Guerras Tranquilas, Um Manual de Introdução à Programação foi descoberto totalmente por acidente a 7 de Julho de 1986, quando um empregado da Boeing Aircraft Co, comprou num leilão uma fotocopiadora IBM em saldo para peças de sucata, e descobriu lá dentro pormenores de um plano, secretamente urdido nos dias embrionários da “Guerra Fria”, que exigia o controlo das massas através da manipulação da indústria, dos passatempos das pessoas, da educação e das tendências políticas. Exigia uma revolução silenciosa, pondo irmão contra irmão, e desviando a atenção pública do que realmente acontece.
O documento que está prestes a ler é verdadeiro. Está reimpresso na sua forma virgem, com diagramas, como toque de realidade.

Índice


  • Prólogo
  • Prefácio
  • Segurança
  • Introdução Histórica
  • Introdução Política
  • Energia
  • Introdução Descritiva da Arma Silenciosa
  • Introdução Teórica
  • Conceitos Gerais de Energia
  • A Descoberta da Energia do Sr.Rothschild
  • O Capital Aparente como Indutor de “Papel”
  • Avanço
  • Aplicação na Economia
  • O Modelo Económico
  • Diagramas Industriais
  • Três Classes Industriais
  • Agregação
  • O Modelo E
  • Indutância Económica
  • Factores Indutivos a Considerar
  • Conversão
  • Relações de Fluxo de Tempo e Oscilações Autodestrutivas
  • Circuitos Equivalentes da Indústria
  • Estádios de Simplificação Esquemática
  • Generalização
  • Remessa Final de Bens
  • Os Coeficientes Técnicos
  • A Indústria Doméstica
  • Modelos da Indústria Doméstica
  • Testes de Choque Económico
  • Introdução à Teoria dos Testes de Choque
  • Exemplo de Testes de Choque
  • Introdução aos Amplificadores Económicos
  • Pré-selecção de Recursos
  • Pré-selecção de Resultados
  • Tabela de Estratégias
  • Diversão, a Estratégia Primordial
  • Resumo de Diversões
  • Consentimento, a Vitória Principal
  • Fontes de Energia de Amplificação
  • Logística
  • O Ventre Artificial
  • A Estrutura Política de uma Nação - Dependência
  • Acção/Agressão
  • Responsabilidade
  • Resumo
  • Análise do Sistema
  • O Destacamento
  • Imposição







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